SINOPSE
Desde tempos imemoriais, a humanidade se depara com a inevitabilidade da morte, um tema frequentemente evitado por sua carga pesada. Refletir sobre esse destino é confrontar a própria existência, e, por meio de vivências pessoais de luto, busca-se provocar uma reflexão profunda sobre a condição humana. A narrativa revela os pensamentos de um personagem que, em sua imperfeição, representa a luta contra o esquecimento e a massificação da sociedade.
Manoel, um trabalhador rural, expressa suas emoções e medos, enquanto um demônio simbólico materializa suas incertezas. O texto convida o leitor a explorar a dor e a beleza da vida, oferecendo um espaço para que cada um possa encontrar suas próprias conclusões sobre a fragilidade da existência e a memória que deixamos.