SINOPSE
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Analisar a eficácia da leitura de clássicos literários como ferramenta de (res)socialização no ambiente prisional é o foco central desta obra. A proposta busca reeducar o imaginário social, que frequentemente adota uma visão punitiva em relação à criminalidade e à violência, ressaltando o papel da educação na reintegração de indivíduos sob custódia do Estado.
A literatura é apresentada como um direito humano essencial e transformador, devendo ser incorporada como prática nas prisões. A promoção da leitura pode atuar como uma política pública que contribui significativamente para a ressocialização, alterando a rotina alienante dos apenados e ampliando suas perspectivas de vida.
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