SINOPSE
Durante mais de trezentos anos, milhões de africanos foram trazidos à América, com uma parte significativa destinada ao Brasil. A escravização, que antes se baseava em guerras e dívidas, transformou-se em uma prática racista, marcada pela cor da pele. Apesar de ser uma fonte de lucro para os colonizadores, os escravizados resistiram, formando quilombos e lutando contra a opressão, uma luta que persiste até hoje.
A pesquisa revela como o racismo institucional se infiltra nas estruturas sociais e estatais, dificultando o reconhecimento e a titulação das terras das comunidades quilombolas. A análise de dados e literatura especializada expõe a ineficácia das ações governamentais, que resultam em conflitos crescentes e na escassez de processos de titulação, desafiando os direitos estabelecidos na Constituição.




