SINOPSE
Na sociedade romana, os primeiros cristãos se destacavam por suas crenças e práticas incomuns. Adoravam um Deus invisível, não possuíam templos físicos e se referiam uns aos outros como irmãos, além de realizarem rituais considerados estranhos, como a comunhão. Essas condutas eram vistas como bizarras e perigosas em comparação com outras religiões da época, levando à percepção de que eram subversivos e cativantes.
Explorando o mundo greco-romano, a narrativa revela como uma pequena seita judaica impactou o Império Romano. O cuidado com os marginalizados moldou a essência da fé cristã, oferecendo lições de engajamento e esperança para os crentes contemporâneos.