SINOPSE
Uma análise profunda revela a situação psicológica dos soldados da Força Expedicionária Brasileira durante a 2ª Guerra Mundial, destacando a importância das relações interpessoais na formação de identidades nos pequenos escalões. A interação entre os soldados e seus superiores é explorada como um fator crucial para a manutenção da motivação em combate e para a superação de adversidades.
As experiências vividas pelos expedicionários oferecem lições valiosas sobre o desempenho militar, evidenciando como a coesão e a solidariedade foram essenciais para enfrentar os desafios da guerra. Uma reflexão sobre a resiliência humana em tempos de conflito.
