SINOPSE
Desde o início da carreira jurídica, uma inquietação surge ao perceber a discrepância entre o “direito no papel” e o “direito na prática”. Essa busca por respostas leva à exploração acadêmica, onde se questionam as bases de um campo tradicional e se ressignificam experiências com o Direito. A partir da hipótese de que a relação processual civil reflete um projeto colonizatório, uma nova concepção é proposta, focando em uma igualdade periférica que transforma a dinâmica entre juiz e partes.
Essa abordagem permite que as partes compartilhem diferentes perspectivas sobre o Direito, rompendo com a visão do Outro como mero objeto. Críticas ao pensamento decolonial são apresentadas, com ênfase na realidade jurídica brasileira. A reflexão, embora teórica, oferece novas visões sobre a prática do Direito, convidando o leitor a repensar suas experiências e interações no campo jurídico.