SINOPSE
O processo histórico das lutas dos trabalhadores é explorado, destacando como essas batalhas são moldadas pelo contexto social e temporal. A narrativa revela a capacidade dos operários de estabelecer novas relações sociais igualitárias, ao mesmo tempo em que evidencia a deformação dessas relações em estruturas desiguais e hierárquicas.
Quando partidos ou aparelhos políticos assumem o controle das lutas, a autonomia dos trabalhadores é comprometida. Essa análise crítica provoca reflexões sobre a verdadeira essência da luta operária e os desafios enfrentados ao longo do tempo.
