SINOPSE
Analisar o funcionamento dos arranjos institucionais em redes é o foco central deste trabalho, que investiga a atuação do grupo Chaco-Pantanal dentro da Rede Latino-Americana de Promotores Públicos Ambientais. A pesquisa, de caráter qualitativo e descritivo, baseia-se em entrevistas e dados secundários, abrangendo os primeiros sete anos de formação do grupo, incluindo seu estatuto e documentos relevantes.
Os resultados revelam que a rede opera de maneira cooperativa e descentralizada, embora as relações de confiança estabelecidas entre os participantes sejam informais e apresentem baixa efetividade. Essa dinâmica resulta em “nós” fracos, dificultando a contenção da perda de cobertura vegetal na região.