SINOPSE
Escrito entre 1925 e 1926, um ensaio inédito por muitos anos aborda críticas à teoria marxiana, explorando a função do sujeito no desenvolvimento histórico. O texto, descoberto em arquivos de Moscou e publicado em 1996, apresenta uma análise profunda da consciência de classe, desafiando a noção de que ela se limita a um estado psicológico desconectado da materialidade.
Ao discutir as formas de mediação da práxis, o autor busca iluminar caminhos para a verdadeira emancipação do ser social, oferecendo uma reflexão essencial para o entendimento das dinâmicas sociais e históricas.




