SINOPSE
Após 1989, o capitalismo se consolidou como o único sistema político-econômico viável, uma crença que começou a ser questionada após a crise bancária de 2008. O conceito de “realismo capitalista” é explorado, revelando como essa ideologia permeia diversas áreas da vida contemporânea, como política, cinema e educação. A análise crítica expõe as inconsistências e falhas que tornam o capitalismo menos realista do que se imagina.
Com uma abordagem provocativa, a obra convida à reflexão sobre a possibilidade de alternativas e a necessidade de transformação social. A fratura e a revolução estão mais próximas do que se pensa, desafiando a ideia de que não há saída.