SINOPSE
Um mergulho nas relações etnogastronômicas entre nômades e sedentários nos sertões nordestinos revela a complexidade da alimentação durante o cangaço. A pesquisa explora como os cangaceiros, em meio a uma sociedade sedentária, interagiam com a comida e a bebida, destacando a ‘munição de boca’ utilizada por eles. Ilustrações enriquecem a narrativa, que se concentra nas práticas alimentares do bando de Lampião.
A etnogastronomia serve como base teórica, evidenciando a importância do ato de comer como patrimônio cultural, tanto para os sertanejos quanto para os cangaceiros, refletindo tradições e resistências ao longo do tempo.
