SINOPSE
Silêncios quebrados e relâmpagos internos se entrelaçam em poemas que transitam entre confissões cruas e imagens surreais, formando um retrato fragmentado de quem vive à beira do colapso. Cada texto captura instantes que distorcem o cotidiano em códigos, glitches e metáforas, revelando uma voz que não busca redenção fácil, mas habita o olho da tempestade.
Versos carregados de humor sombrio e ternura inesperada trazem pequenas epifanias em gestos banais, criando uma narrativa íntima e universal. A dor ganha textura, o medo, cor, e até no cenário mais cinzento, um clarão pode iluminar tudo, mesmo que por um segundo.