SINOPSE
Desde a década de 1990, as rádios comunitárias emergem como um importante vetor na luta pela democratização da comunicação no Brasil. Essas emissoras representam uma resistência ao monopólio da informação, promovendo a diversidade de vozes e narrativas que frequentemente são silenciadas.
O movimento das rádios comunitárias é um reflexo das lutas sociais e culturais, buscando garantir espaço para a expressão de comunidades marginalizadas. Através de suas transmissões, essas rádios se tornam instrumentos de transformação social, desafiando as estruturas tradicionais de poder e fomentando a pluralidade na comunicação.
