SINOPSE
Um ensaio crítico revisita a história para romper com a invisibilização da grandeza dos povos africanos. Antes da colonização europeia, sociedades africanas já possuíam estruturas políticas complexas, sistemas econômicos organizados e expressões culturais sofisticadas. A análise revela como a noção de “raça” foi construída como um instrumento de poder, justificando a exploração e a acumulação de riqueza.
Ao evidenciar a desvalorização dos povos africanos como um projeto intelectual e econômico, a obra propõe um reposicionamento histórico. Convida à compreensão do racismo como engrenagem de poder e à urgência de uma reconstrução baseada em memória, dignidade e justiça.