SINOPSE
Rastejar, atirar e acampar no mato são atividades que, desde 1992, passaram a integrar a formação das mulheres no Exército Brasileiro. Até 2017, o segmento feminino estava restrito a áreas administrativas, mas um decreto presidencial abriu as portas para que elas se tornassem oficiais combatentes. Através de 15 depoimentos, a narrativa revela a evolução da presença feminina na instituição e os desafios enfrentados ao longo de suas trajetórias profissionais.
As experiências compartilhadas destacam a convivência com colegas homens em um ambiente tradicionalmente masculino, que, desde sua fundação em 1824, não admitia a presença de mulheres. A luta por reconhecimento e igualdade se torna central, mostrando a força e a determinação dessas mulheres além da farda.