SINOPSE
Análise profunda de comédias declamadas brasileiras entre 1837 e 1938, que revela questões políticas ainda relevantes. As peças abordam a moralidade duvidosa de funcionários públicos, evidenciando um contexto de apadrinhamento e clientelismo que afeta a administração pública. A última comédia apresenta um funcionário íntegro, mas enfrenta problemas decorrentes de uma legalidade injusta.
Por meio de uma leitura crítica, a pesquisa explora a intersecção entre Arte e Política, destacando peculiaridades da vida política brasileira e suas repercussões contemporâneas, oferecendo uma reflexão sobre a ética no serviço público.
