SINOPSE
A curiosidade infantil se manifesta através de incessantes “porquês”, mas com o tempo, essa prática se perde em meio a um sistema que valoriza a memorização em detrimento da busca por novas perguntas. O questionamento, muitas vezes, é visto como um traço exclusivo da infância, levando à crença de que questionar demais pode ser inconveniente ou indesejável.
Entretanto, as perguntas têm o poder de moldar pensamentos e ações, sendo fundamentais para a descoberta de novas possibilidades. Questões bem formuladas não apenas desafiam o pensamento, mas também atuam como ferramentas essenciais para profissionais que buscam inovar e influenciar, abrindo portas para caminhos inesperados.
