SINOPSE
Uma voz ativa na defesa dos direitos humanos no Rio de Janeiro, Marielle lutava contra o racismo e as desigualdades de gênero, buscando reduzir a violência nas áreas periféricas. Sua morte gerou uma comoção nacional, revelando a urgência de resgatar a dignidade humana em um país marcado pela impunidade e pela falta de responsabilidade do Estado em garantir direitos fundamentais.
O crime, com características de execução sumária, destaca a fragilidade das investigações e a repetição de homicídios que passam despercebidos. A ausência de controle estatal e a utilização de armas ilegais tornam a busca pela justiça ainda mais desafiadora, refletindo a impotência diante da violência que aflige a sociedade.