SINOPSE
Reflexões sobre a valoração do dano moral e os dilemas enfrentados em sua aplicação são exploradas de maneira profunda e técnica. A proposta é contribuir para decisões mais justas no arbitramento de valores de reparação, abordando a lacuna existente na falta de critérios definitivos para a fixação das condenações.
Com uma análise que desafia polêmicas axiológicas, o texto defende que a quantificação do dano moral deve ser determinada pelo livre convencimento do magistrado, afastando a ideia de tabelamento. A leitura é essencial para operadores do Direito e interessados no tema.