SINOPSE
Marcas invisíveis podem moldar decisões, relacionamentos e a própria existência. A ausência paterna, quando não reconhecida, tende a se repetir como um padrão, influenciando a vida de maneiras sutis. Através da escuta atenta, é possível percorrer o caminho do reconhecimento dessa falta e construir um eixo interno que promova escolhas conscientes, interrompendo ciclos prejudiciais.
A escrita provoca reflexões profundas sobre autonomia, limites e presença. Embora não ofereça respostas fáceis, convida a integrar a dor e a reorganizar a vida, permitindo que o foco se desloque da ausência para o que foi edificado.