SINOPSE
Reflexões sobre a publicidade religiosa emergem em um cenário onde instituições oferecem produtos e serviços que prometem resultados espirituais. O crescimento desse mercado exige uma análise crítica das propostas apresentadas, especialmente considerando a vulnerabilidade dos consumidores, que podem ser influenciados por crenças, fé ou até mesmo pela pressão de figuras de autoridade, explorando medos e superstições.
A responsabilidade civil das entidades religiosas deve ser pautada pelo Código de Defesa do Consumidor, garantindo que a publicidade respeite normas éticas. O tema é relevante para estudantes e profissionais de Direito, Filosofia e Publicidade, além de interessar ao público em geral, que é impactado por essas comunicações.
