SINOPSE
Centenas de plantas, fungos e animais com potenciais psicoativos habitam nossos biomas, oriundos dos saberes dos povos tradicionais, mas permanecem invisíveis. A proposta é revelar uma fração desses psicoativos brasileiros ao público, enquanto “xamãs urbanos” se apropriam de conhecimentos ancestrais e pesquisadores se voltam para espécies exóticas, enfrentando penalizações por estudar as nativas.
A negligência do governo em relação aos saberes tradicionais e a exploração das commodities ameaçam a preservação desses recursos. É essencial garantir os territórios dos povos tradicionais, assegurando a continuidade de suas práticas e saberes, para que esses elementos da natureza possam ser valorizados.