SINOPSE
Uma análise psicanalítica do autismo revela aspectos importantes sobre sua etiologia e tratamento. A pesquisa bibliográfica realizada traz à tona a relação transferencial na clínica com crianças autistas, destacando a relevância das interpretações verbais e o papel do analista como intérprete. A abordagem de Melanie Klein e as contribuições de Winnicott oferecem novos entendimentos sobre a transferência, enfatizando a importância do holding e dos vínculos sensoriais não-verbais.
O setting terapêutico e o processo de construção da identidade da criança são discutidos, ressaltando a função do acolhimento na psicoterapia. Essa relação é fundamental para o desenvolvimento psicológico do paciente, permitindo a formação de vínculos afetivos significativos.
