SINOPSE
Uma análise profunda do conceito de hipossuficiência na seguridade social é apresentada, explorando a transição de gênero como uma forma de vulnerabilidade no contexto jurídico. A proposta de hormonionormatividade revela como os indivíduos são frequentemente definidos por hormônios, enquanto a teoria queer é utilizada para conectar esses conceitos à corpo-política do conhecimento.
O texto justifica a assistência social como um espaço crucial para expandir a proteção a aqueles que enfrentam riscos sociais. A defesa da juridificação de vulnerabilidades interseccionais busca garantir acesso a benefícios, discutindo a viabilidade dessa proposta nos diferentes Poderes da República.