SINOPSE
A inserção internacional de cada nação nas negociações sobre propriedade intelectual é crucial para seu avanço econômico e tecnológico. Durante um longo período de economia fechada, o Brasil perdeu oportunidades valiosas para desenvolver um setor industrial competitivo, priorizando a inovação. A postura diplomática adotada foi predominantemente defensiva, refletindo um ambiente protecionista que não favoreceu a produção e proteção do conhecimento nacional.
A partir dos anos 90, com a abertura econômica e mudanças nas normas globais, o Brasil iniciou transformações em sua abordagem diplomática. Nos governos de FHC e Lula, houve uma transição de uma postura reativa para uma de maior engajamento, embora diferenças significativas na formulação da política externa e na articulação com políticas públicas tenham sido observadas, influenciando as negociações globais e as políticas internas.
