SINOPSE
Analisando a criação de vilões comunistas entre 1962 e 1965, a narrativa explora os fatores que impulsionaram essa tendência na editora Marvel. O contexto histórico e social da época revela como essa representação se tornou uma ferramenta poderosa de comunicação.
Através de uma reflexão crítica, a obra investiga as implicações éticas e culturais dessa abordagem, destacando a influência que essas histórias exerceram sobre crianças, adolescentes e soldados, que eram os principais públicos-alvo da mídia na época.
