SINOPSE
Durante as secas que marcaram a transição do século XIX, milhares de retirantes, incluindo homens, mulheres e crianças, foram recrutados para obras de infraestrutura, como ferrovias e açudes. Essa mobilização serviu como um mecanismo de controle social, condicionando o acesso a socorros governamentais.
A narrativa revela como esses indivíduos, ao enfrentarem as adversidades das migrações e do trabalho árduo, tornaram-se protagonistas de sua própria história, configurando-se como uma nova classe de trabalhadores, os proletários das secas.