SINOPSE
Uma narrativa intrigante revela o desenvolvimento da farmácia científica em São Paulo entre 1895 e 1917, explorando as complexas interações entre médicos e farmacêuticos. Os ritos de institucionalização e as alianças formadas entre o científico e o não científico, bem como entre saúde pública e comércio, são fundamentais para entender esse período.
Perspectivas inovadoras, como os estudos de gênero e os Science Studies, desafiam as narrativas tradicionais, destacando a presença de mulheres e não humanos, cujas contribuições foram frequentemente ofuscadas pela produção dominante do conhecimento.




