SINOPSE
Partindo da constatação de que a modernidade trouxe a perda do mundo, a obra propõe uma reflexão sobre a relação do sujeito moderno com a realidade. A confiança nas potencialidades da razão transformou o mundo em objeto de conhecimento, afastando o ser humano de sua essência e da experiência direta com as coisas. Essa crítica se insere no debate sobre a crise da representação, desafiando as abordagens convencionais que se limitam à desconstrução.
Em vez de se contentar com a dessubstancialização, busca-se uma nova forma de conexão com o mundo, enfatizando a presença em detrimento do sentido. Através de conceitos não interpretativos, a narrativa revela modos de ser que priorizam a experiência corpórea e espacial, oferecendo uma nova perspectiva sobre a relação entre consciência e corpo no espaço do mundo.
