SINOPSE
Concepções de realidade se revelam como processos contínuos, onde a interação é fundamental. Fenômenos não são entidades isoladas, mas relações dinâmicas, refletindo a dualidade presente na cultura chinesa, como yin/yang e Terra/Céu. Essa visão propõe uma regulação constante entre o visível e o invisível, desafiando a ideia de um ser metafísico fixo.
Uma reflexão profunda sobre a diferença entre “processo” e “criação” permite uma nova compreensão das singularidades de uma civilização. Essa abordagem também convida à exploração dos pressupostos ocultos em nossa própria maneira de pensar.
