SINOPSE
Vivemos uma nova fase do capitalismo global, onde discursos que antes sustentavam a geopolítica se mostram frágeis após a crise financeira de 2008. A análise revela como a democracia liberal, em momentos críticos, suspendeu seus próprios valores para preservar a ordem, refletindo um cinismo contemporâneo. O colapso da utopia política do 11 de Setembro não resultou no fim da utopia econômica, que se concretizou apenas com a crise de 2008.
Eventos históricos, como a queda do Muro de Berlim, inicialmente promissores, deram lugar a novas contradições e divisões. O surgimento de muros, tanto físicos quanto sociais, evidencia a desigualdade entre cidadãos globais e aqueles que vivem em condições precárias. A análise propõe uma reflexão profunda sobre as consequências da crise atual e suas implicações para a sociedade moderna.
