SINOPSE
Vozes das histórias de vida do povo negro ecoam em reflexões sobre crenças, organização familiar e autoimagem. Questões como a percepção de uma criança negra sobre sua aparência e os saberes priorizados pela educação formal revelam um cenário de discriminação racial. Educar para combater essa realidade é um dever de educadores conscientes de sua função social.
A narrativa de Luíza Mahim, carinhosamente chamada de Pretinha, oferece um olhar sobre sua vivência no bairro da Liberdade, em Salvador. A construção de uma autoimagem positiva é essencial para enfrentar o racismo desde a infância, promovendo um empoderamento que deve ser contínuo e coletivo.
