SINOPSE
Joel Vieira, sobrevivente da rebelião na Casa de Detenção em Vila Velha, compartilha experiências angustiantes vividas por jornalistas reféns por mais de 12 horas. A narrativa não se limita a reviver momentos de horror, mas também serve como um alerta sobre a realidade dos presídios brasileiros, que, após 26 anos, ainda mantêm condições desumanas.
A reflexão proposta convida à responsabilidade coletiva na construção de uma sociedade mais justa. O texto destaca a importância de reconhecer a capacidade de transformação do ser humano, mesmo em meio a um sistema que ignora sua dignidade.
