SINOPSE
Com mais de três décadas de análise sobre a medicalização do fracasso escolar, duas autoras renomadas questionam a visão patologizante das dificuldades no ensino-aprendizagem. Elas promovem um diálogo entre educação e saúde, desafiando a crença de que alguns alunos não conseguem aprender. A reedição desta pesquisa qualitativa é um convite à reflexão, trazendo à tona as vozes de diretores, professores e, principalmente, das crianças.
Incluir a perspectiva dos alunos, que vivenciam os desafios escolares, é uma abordagem inovadora e necessária nas pesquisas educacionais. A obra destaca a importância de unir experiências práticas às teorias, revelando como preconceitos podem impactar o ambiente escolar e a trajetória de aprendizado, mantendo sua relevância mesmo após anos desde sua primeira publicação.
