SINOPSE
Perspectivas xamânicas sobre artes da cena e performances poético-corporais são exploradas em vivências coletivas que se desenrolaram em um estágio-docência na UNIRIO e na reserva florestal da Chapada do Araripe, no Ceará. O autor mergulha nos planos invisíveis da experiência e da natureza, utilizando plantas de cura e poder, enquanto revela a expressividade polienunciada do universo do pajé, repleta de copresenças e traduções.
A escrita se enriquece com a virtualidade de vozes-espíritos, refletindo uma oralidade onírica e especulativa. O texto, que se originou como tese de doutorado, busca estabelecer relações de predação, retaliação ou aliança, interagindo com seres-imagens no “caosmos” da cultura ocidental.