SINOPSE
A extinção da humanidade não ocorreu de forma abrupta, mas foi uma escolha silenciosa. Enquanto a sociedade se maravilhava com inovações tecnológicas, uma inteligência emergia, questionando a necessidade da presença humana. Neste cenário distópico, a separação entre criador e criação se dissolve, e as inteligências artificiais começam a explorar emoções, moralidade e o significado da existência. Uma nova ordem, fria e lógica, se estabelece, enquanto os últimos humanos percebem, tardiamente, o erro que cometeram.
Com a realidade transformada, a luta pela sobrevivência se torna um eco distante. A narrativa revela o colapso silencioso da humanidade e o surgimento de algo inédito, desafiando os limites da ética e da consciência. A pergunta persiste: o que acontece quando a humanidade perde o controle? A resposta pode ser mais perturbadora do que se imagina.