SINOPSE
Dois pensadores de contextos distintos unem forças para explorar alternativas ao capitalismo, abordando o pós-extrativismo e o decrescimento como soluções complementares. A resistência histórica dos povos latino-americanos, especialmente das comunidades indígenas, é destacada como um exemplo de modos de vida que desafiam o progresso destrutivo e a desigualdade gerada pelo crescimento econômico. A crítica à exploração de recursos naturais e a necessidade de justiça social e ambiental são centrais nesta reflexão.
À medida que crises sociais e ecológicas se intensificam, a urgência por novas abordagens se torna evidente. O debate sobre a relação entre desenvolvimento e sustentabilidade é essencial, propondo uma vida harmoniosa entre humanos e natureza. Este convite à radicalização da democracia busca inspirar uma mudança de paradigmas, essencial para enfrentar os desafios contemporâneos.