SINOPSE
Ao explorar a evolução da globalização, a obra apresenta a figura de Deus como uma metáfora para a maior proteção disponível, refletindo sobre suas implicações nas religiões monoteístas. Essa perspectiva revela paradoxos que, desde a Idade Média, resultaram em consequências profundas, culminando em um fundamentalismo crescente no século XXI.
Questões provocativas emergem a partir da famosa afirmação “Deus está morto”, que ecoa desde o século XIX. Essa frase sugere uma transformação na mentalidade coletiva, levantando debates sobre teologia, filosofia contemporânea e os desafios políticos e culturais do presente.