SINOPSE
A complexidade do ensino do Português como língua pluricêntrica é explorada, levando em consideração o legado colonial e as dinâmicas contemporâneas de globalização e migração. A necessidade de compreender o português global é apresentada como uma estratégia de aprendizagem que se relaciona com questões de poder e relações políticas e econômicas, conferindo ao tema uma relevância singular.
A análise não se limita à linguística, mas se fundamenta em estudos culturais, especialmente no conceito de hibridismo cultural. Essa abordagem permite uma reflexão sobre as relações de poder que influenciam a percepção das variações da língua portuguesa no contexto internacional.
