SINOPSE
Uma análise profunda das Cortes de Coimbra de 1385 revela as complexas relações entre legitimidade e Direito em um momento crucial da história portuguesa. A sociedade política da época, ciente de sua importância, viu seus princípios validados por juristas, que transformaram essas ideias em argumentos reconhecidos. A narrativa explora as tensões entre conservação e mudança, características de crises dinásticas, enquanto destaca a relevância da documentação histórica.
O estudo não apenas examina a norma jurídica do século XIV, mas também enfatiza o papel da comunidade e do homem comum na adesão aos princípios que regem a sociedade. Questões sobre a cultura jurídica medieval portuguesa são debatidas, oferecendo uma reflexão rica sobre as fontes documentais e os contextos que moldaram a formação jurídica do Brasil.
