SINOPSE
Por trás de discursos de fé, revela-se uma realidade pouco discutida: o sofrimento emocional nas comunidades religiosas. O tabu em torno da saúde mental persiste, levando muitos líderes a evitarem o tema, mesmo diante de dores evidentes. Reflexões profundas e honestas sobre essa questão são essenciais para compreender os impactos do silêncio e os equívocos comuns no meio religioso.
Com sensibilidade e embasamento psicológico, a obra convida à empatia e ao diálogo, propondo um olhar mais humano e consciente sobre a fé. É um chamado à responsabilidade pastoral e ao acolhimento das dores que precisam ser tratadas com cuidado.