SINOPSE
Em 1581, Portugal se rendeu à Espanha, e em 1992, entregou sua soberania monetária à Comissão Europeia, sem consultar os eleitores. As elites, na esperança de se beneficiarem dos fundos europeus, ignoraram os alertas sobre os perigos da adesão à moeda única. A partir de 2008, a Comissão se transformou em um órgão a serviço de novos poderes, levando a economia portuguesa a uma crise profunda.
É possível reverter essa situação. A análise propõe a saída do Euro como uma solução viável para recuperar a autonomia nacional. Além disso, apresenta as condições necessárias para essa transição e os caminhos para um futuro próspero fora da moeda única, mantendo a permanência na União Europeia com cautela.
