SINOPSE
Uma análise detalhada revela a importância de uma agência na institucionalização das políticas públicas de saúde no Brasil. A narrativa é dividida em três partes, abordando a origem da agência no contexto das relações internacionais e da Segunda Guerra Mundial, além de explorar o controle da malária em bases americanas e a política sanitária na Amazônia e outras regiões estratégicas.
Na parte final, são discutidas as estratégias de sobrevivência e as transformações da agência no pós-guerra, destacando seu papel crucial na administração sanitária e na expansão do poder público durante a década de 50.
