SINOPSE
Uma abordagem antropológica revela as complexidades das políticas de diversidade, discutindo conceitos como multiculturalismo e pluralidade, frequentemente confundidos em debates públicos. A transformação das experiências nacionais com minorias, especialmente na América do Sul, destaca a evolução das cartas constitucionais e a promoção de cidadania, refletindo novos desejos e limites nas políticas de equidade.
Os antropólogos são convocados a investigar as práticas de justiça que emergem nesse contexto, examinando como a diversidade e a pluralidade moldam as agendas públicas. Essa coletânea busca iluminar a atuação da antropologia em um cenário de crescente diálogo sobre direitos e inclusão.