SINOPSE
Analisando os processos participativos na criação e execução de um projeto ambiental no Amapá, a pesquisa revela a discrepância entre a política pública formal e a realidade vivida pelos cidadãos. A proposta de participação popular, idealizada pelo Poder Público, se mostra limitada, relegando os moradores a um papel meramente informativo durante a execução do projeto.
A investigação destaca a falta de poder deliberativo dos agentes ambientais, evidenciando que a política pública não promove melhorias significativas nas condições de vida da comunidade, carecendo de articulação com políticas estruturantes que abordem os problemas reais enfrentados pelos moradores.
