SINOPSE
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Relações entre democracia e política externa são analisadas em um contexto brasileiro pós-redemocratização, a partir de 1985. A pesquisa investiga se a política externa se tornou mais democrática ou se continuou a ser decidida apenas pelo Estado, apesar de maior visibilidade na mídia. A perspectiva historiográfica é utilizada para discutir a democratização da política exterior e a resistência à abertura do processo decisório nas questões internacionais.
O debate é relevante em um momento em que sociedades democráticas precisam integrar a política internacional com a realidade doméstica. A obra reúne diferentes visões sobre a política externa desde o governo Sarney, incluindo entrevistas com diplomatas renomados, mostrando que, embora a política externa tenha se tornado menos hermética, ainda mantém um caráter conservador.
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