SINOPSE
Uma análise crítica do filme Barravento, de 1962, revela como a religiosidade se entrelaça com questões políticas e o engajamento social. A reflexão sobre o fenômeno religioso e sua influência na política é central, explorando o contexto baiano da época e o processo de modernização no Brasil. A narrativa fílmica provoca questionamentos sobre as relações entre religião e a construção da história pessoal dos indivíduos.
Discussões sobre a visão de Glauber Rocha, suas motivações e influências enriquecem a análise. A obra propõe um olhar multifacetado, abordando temas como marxismo, teologia da libertação e Candomblé, desafiando a compreensão do papel da religião na sociedade.
