SINOPSE
Personagem central na história luso-brasileira, D. João VI é frequentemente interpretado de maneiras diversas pelos historiadores. Embora muito tenha sido escrito sobre seu governo, ainda existem lacunas na compreensão de sua política e papel. A pesquisa apresentada por uma jovem historiadora oferece uma nova perspectiva sobre a política cultural durante seu reinado, entre 1792 e 1821, destacando a importância de instituições como a imprensa, teatros, academias e bibliotecas.
A análise revela como essas instituições refletiram a ação do Estado monárquico e suas interações com diferentes segmentos da sociedade. Utilizando um rico conjunto de fontes, a autora mapeia a construção da política cultural, proporcionando novas informações que iluminam um período crucial na formação do Brasil e na transição do Império Português.




