SINOPSE
Explorando a evolução da forma dramática desde os anos 1880, a narrativa revela como as peças de Ibsen, Strindberg e Tchékhov dialogam com as criações contemporâneas de autores como Heiner Müller e Bernard-Marie Koltès. A análise destaca a riqueza rapsódica do drama moderno, caracterizada por uma estrutura aberta e heterogênea.
Elementos dramáticos, épicos e líricos se entrelaçam, desafiando as noções de decadência e obsolescência. A obra propõe uma reflexão sobre a liberdade da forma, que, longe de ser caótica, mantém sua própria estrutura e dinâmica.
