SINOPSE
Figuras desconhecidas e paisagens inacabadas revelam um universo onde tudo é fugidio e intangível. As vozes adormecidas ecoam em um espaço onde a essência das coisas se perde, deixando apenas vestígios do que um dia foi.
No silêncio que se segue, a poesia emerge como a única forma de expressão capaz de capturar o que resta. Em meio ao inexpressivo, as palavras se tornam a chave para desvendar sentimentos e experiências que transcendem o tempo e o espaço.
